PRC: Ronaldo Fonseca cria novo partido político

    94
    0
    COMPARTILHAR

    EXCLUSIVO: Ronaldo Fonseca cria novo partido político

    Por Delmo Menezes

    Ronaldo Fonseca-PRCO deputado federal e presidente da Assembleia de Deus Taguatinga (ADET), pastor Ronaldo Fonseca, lança nos próximos dias em Brasília, o Partido Republicano Cristão (PRC).

    De acordo com perfil ideológico da nova legenda, o PRC vem para conquistar aqueles que sonham com um país justo e verdadeiramente democrático, voltado aos princípios cristãos.

    Ronaldo - Fonseca.Segundo Fonseca, o problema da corrupção, não está na pluralidade partidária, e sim na qualidade dos partidos políticos. Para o parlamentar, as grandes democracias do mundo têm muitos partidos, porque são ideológicos. Fonseca afirma que no Brasil, “os partidos são de fachadas”. O liberal não é, o comunista defende o capitalismo e o de esquerda depende de que lado está, afirma o deputado.

    Existem hoje no Brasil 35 partidos políticos, que se apresentam como de direita, centro ou esquerda, devidamente registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O último partido a obter o registro oficial, foi o Partido da Mulher Brasileira (PMB), constituído em 29/09/2015.

    Para um partido político obter o registro oficial do TSE,  deverá ter a quantidade mínima de assinaturas necessárias, que corresponde a 0,5% dos votos válidos (excluídos os brancos e nulos) dados na última eleição para a Câmara dos Deputados, e assinaturas no mínimo, em nove estados, devendo corresponder a, no mínimo, 10% do eleitorado em cada um deles. Os requisitos para fundação de partidos políticos estão previstos na Lei nº 9.096/95 e na Resolução – TSE nº 23.465/15.

    Muitos desses partidos, são chamados “legendas de aluguel”, que na época de eleições fazem acordos “nada republicanos”, no sentido de atender interesses partidários.

    De acordo com o deputado e futuro presidente nacional do PRC, Ronaldo Fonseca, a nova agremiação partidária, vem exatamente para atender os princípios éticos da política brasileira, deixando de lado “o sistema doentio” que está presente no modelo brasileiro, e que tem levado grande parte da população, a uma rejeição a classe política brasileira. Fonte: Da Redação do Agenda Capital.