CLDF: Moradores cobram melhorias e continuidade dos postos de segurança

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    Em vez de fechamento, a melhorias e a contratação de policiais militares para funcionamento dos postos comunitários de segurança. Essa foi a proposta defendida pela grande maioria dos representantes de conselhos comunitários do DF na audiência pública da Comissão de Fiscalização, Governança, Transparência e Controle, da Câmara Legislativa, realizada na manhã desta terça-feira (18).

    O que deve ser feito pelo governo em relação aos postos comunitários de segurança?

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    O deputado Joe Valle (PDT), presidente daquela comissão, enfatizou a importância de o governo ouvir os moradores antes de tomar qualquer decisão sobre a utilização ou não dos postos de segurança. “Esta questão precisa ser tratada como política de Estado e com responsabilidade social, a fim de atender aos interesses da comunidade que tem direito à melhoria das condições segurança, incluindo-se o policiamento comunitário”, ressaltou o parlamentar. Valle comunicou aos participantes da audiência pública que o debate sobre aquelas será ampliado em outras oportunidades e que com a participação dos moradores do DF.

    O vice-presidente daquela Comissão, Rodrigo Delmasso (PTN), considerou “positiva” a participação dos representantes dos conselhos comunitários no debate, destacando que o planejamento das ações integradas de segurança pelo governo tem que ser feito de acordo com as necessidades da população.

    O representante do Conselho Comunitário da Asa Sul, Ricardo Marra, disse que uma desativação total dos postos iria trazer mais insegurança para os moradores. “Não se pode desfazer o que já foi feto”, reclamou.

    O diretor do Conselho Comunitário da Asa Norte, Paulo Alves, também criticou uma possível retirada dos postos. “Isso é um descalabro. Os postos precisam ser ampliados para a realização de ações proativas”, defendeu.

    Também o policial militar, Jânio Marques (o Guarda Jânio), condenou a desativação dos postos de segurança. Propôs que muitos policiais na reserva poderiam ser recontratados para trabalharem nos postos, “que deveriam ter câmeras instaladas, com monitoramento 24 horas”.

    Mobilidade – O comandante da Polícia Militar do DF, coronel Marco Antônioo Nunes, ouviu as críticas e sugestões dos moradores, mas não se comprometeu com nenhuma das propostas apresentadas. Criticou ainda implantação dos postos comunitários de segurança, em 2008, ressaltando que a proposta não tinha sido defendida pelos representantes da corporação.

    A PMDF e diversos especialista em segurança pública consideram os postos comunitários como uma ação equivocada. A ideia é que o policiamento comunitário é muito mais do que um posto físico e pressupõe mobilidade e interação com a população. informações da CLDF.

    Informa Tudo DF

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