Respeito e solidariedade unem vizinhos no Paranoá Parque

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    Beneficiários do Morar Bem contam a experiência positiva da vizinhança no condomínio

    Foto: Dênio Simões / GDF - ArquivoOs beneficiários do Minha Casa, Minha Vida / Morar Bem do Paranoá Parque ganharam, além da possibilidade de adquirir a casa própria a pequenas prestações, uma vizinhança que funciona com camaradagem, solidariedade e respeito ao próximo. É o que contaram os moradores do condomínio, após um breve período de experiência.
    A vendedora Rosimeire Omeir está morando no local há três meses, depois de ter trocado o aluguel de R$ 500 em Ceilândia por uma prestação de R$ 45 no empreendimento. Ela confirma que, entre os novos vizinhos, ninguém invade o espaço de ninguém e que a convivência é valorizada, com respeito à Lei do Silêncio. “Sempre emprestamos uma xícara de açúcar, uma de café, uns ovos. A vida em prédios une a vizinhança”, contou a vendedora. “Outro dia consegui emprestado fósforo e esponja de aço. No outro, fui pegar um rodo emprestado e fiquei sabendo de um monte de informação da parte de quem já mora aqui há mais tempo”, completou.
    A solidariedade que se forma entre esses primeiros moradores do Paranoá Parque carrega, também, carinho e responsabilidade pela família do vizinho. “Já deixei meus filhos com vizinhos para poder ir ao médico”, contou Stephanie Pauliane dos Santos, que mora no local com o marido e seis filhos.
    Ela deixou o resto da família em Sobradinho, onde pagava R$ 500 de aluguel. Os R$ 25 mensais de prestação compensam e muito a distância dos pais e dos irmãos. E essa distância, na opinião dela, acaba até sendo fator de união entre os novos vizinhos. “Aqui tem muita gente que também tem parente morando em outra cidade longe. Então a gente tem que se ajudar”, concluiu.
    A solidariedade e a união que começam a se formar entre os vizinhos, aliadas à própria consciência de que todos ali são proprietários, já desperta também o desejo de cuidar e preservar o lugar. “Gente, isso aqui é nosso. Precisamos ter um olhar de amor por este lugar. Se a criança está arrancando a plantinha, a gente tem que ensiná-la que aquilo ali também é dela”, alertou Rosimeire.

    Fonte: Agência Brasília

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