Web Analytics
banner
Início Brasil Servidor da Secom compartilhou ao menos 10 fakes sobre Flávio

Servidor da Secom compartilhou ao menos 10 fakes sobre Flávio

Postagens envolvem falso projeto sobre Nossa Senhora Aparecida

O coordenador-geral de Estratégia e Informação da Secom da Presidência da República, George Marques da Silva e Silva, repostou ao menos 10 mensagens com fake news que atribuíam ao senador e candidato à presidência Flávio Bolsonaro a intenção de retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil, em 25 de setembro de 2026.

A campanha de Flávio protocolou notícia-crime no MPE em Brasília pedindo a prisão preventiva do funcionário do Planalto. A desinformação teve 2.086 publicações identificadas, 1.674 contas envolvidas, mais de 21 milhões de visualizações e afetou X, Facebook, Instagram, TikTok e YouTube.

A defesa de Flávio anexou ata notarial digital com 4 republicações feitas pelo coordenador no mesmo dia, e o Poder360 identificou 10 postagens que propagavam a desinformação. A notícia-crime imputa três crimes a George Marques: divulgação de fatos sabidamente inverídicos na eleição, incitação ao crime e associação criminosa.

O ministro André Mendonça, do TSE, classificou a narrativa como “notoriamente inverídica” e determinou a remoção imediata do conteúdo das plataformas digitais, e George passou a republicar críticas ao ministro.

Questionado, George Marques disse manter um perfil pessoal voltado a “política e humor”, que não se recorda de ter republicado o conteúdo, que caso tenha ocorrido foi um “erro involuntário” ao compartilhar postagens em sequência, e que republicar um conteúdo não significa concordar com seu teor.

A Secom informou em nota oficial que a manifestação não espelha o posicionamento institucional, por ter sido feita em perfil pessoal, mas classificou como “inadequado” o uso de contas pessoais por integrantes de forma que cause confusão com manifestações institucionais.

– A manifestação citada foi feita em perfil pessoal e não representa a posição da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República. A Secom considera inadequado o uso de perfis pessoais de seus integrantes de forma que possa gerar confusão com manifestações institucionais. A Secretaria reafirma que sua comunicação oficial observa a legislação eleitoral e as decisões da Justiça – diz a nota da Secom.

casibomCasibommarsbahisjojobetCasibomcasibomcasibomcasibomcasibomcasibom girişcasibom girişcasibom girişcasibom girişcasibomcasibomsekabetcasibom