As recentes decisões da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) de reajustar os tetos das tarifas aeroportuárias em diversos aeroportos do país reacenderam o debate sobre o custo de viajar de avião no Brasil. Os novos valores atingem tarifas de embarque, conexão, pouso e permanência em terminais concedidos à iniciativa privada, seguindo os critérios previstos nos contratos de concessão e na atualização pelo IPCA.
Sob a gestão Lula, PT, o aumento ocorre em um momento em que o governo do Petista enfrenta críticas de parte da população pelo aumento do custo de vida.
Durante a campanha eleitoral, Lula afirmou que o brasileiro voltaria a comer picanha e teria melhores condições de consumo.
Outro tema frequentemente lembrado nas redes sociais é uma declaração da jornalista Daniela Lima, que, durante o período eleitoral, afirmou em vídeo, que aeroportos ia ficar lotado como se fosse rodoviárias. A fala continua sendo utilizada como símbolo das mentiras e enganações sobre debate do acesso ao transporte aéreo, que o pobre não tem acesso.
Na realidade a percepção é de que o poder de compra diminuiu diante da alta dos preços de diversos produtos e serviços estão mais caros. Hoje você vai ao mercado gasta meio salario menino e sai bom 3 sacolinhas na mão, e o que dizem consumidores.
Além das tarifas aeroportuárias, os custos das passagens continuam elevados em muitas rotas. Dados divulgados pela própria Anac mostram que a tarifa média doméstica ficou em R$ 660,54 por trecho em junho deste ano, considerada alta por muitos consumidores.
Enquanto isso, a promessa de ampliar o acesso da população ao transporte aéreo segue sendo alvo de debate político.
Para muitos brasileiros, especialmente da classe média e das famílias de menor renda, viajar de avião continua sendo um sonho para alguns e um gasto muito elevado para outros, distante da realidade financeira de grande parte da população.
O tema deve permanecer no centro das discussões sobre economia e poder de compra à medida que o país se aproxima do período eleitoral.






