A pouco mais de quatro meses da realização do primeiro turno das eleições, o governador e pré-candidato à reeleição Daniel Vilela (MDB) desponta com ampla vantagem na corrida pelo governo de Goiás.
É o que mostra o resultado da pesquisa Diagnóstico, contratada pela Associação Comercial, Industrial e de Serviços do Estado de Goiás (Acieg), divulgada nesta terça-feira (23/6).
Daniel Vilela tem 36,1% das intenções de voto na simulação estimulada. O emedebista aparece 14,3 pontos percentuais à frente do ex-governador Marconi Perillo (PSDB). O tucano tem 22,7% das menções, em segundo lugar. Em terceiro, o senador Wilder Morais (PL) aparece com 15,5%. O ex-deputado Luís César Bueno, anunciado pré-candidato do PT ao governo, é citado por 2,3%. Brancos e nulos somam 3,7%, os indecisos, 19,7%.
A consolidação da liderança de Daniel Vilela na disputa pelo governo já havia sido demonstrada por outros levantamentos divulgados desde que o emedebista assumiu o comando da gestão estadual, em 31 de março. Divulgada no final em abril, a pesquisa Quaest apontou Daniel Vilela com 33%, Marconi com 21% e Wilder com 9%. A deputada Adriana Accorsi (PT), que deve concorrer à reeleição, aparecia com 10%.
Na pesquisa espontânea, quando os nomes dos pré-candidatos não são apresentados ao eleitor, Daniel Vilela aparece com 25,5%, o que evidencia alta consolidação das intenções de voto do governador. Em segundo lugar, Marconi Perillo tem 13,7%, distante 11,8 pontos percentuais do emedebista. Wilder Morais é citado espontaneamente por 10,4%. Dos entrevistados, 45,5% seguem indecisos.
Repetindo cenário de outras pesquisas, a Diagnóstico também regista a elevada rejeição ao ex-governador Marconi Perillo. Dos entrevistados, 28,1% descartam votar no tucano. Luís César Bueno é preterido por 13,7% e Wilder Morais, por 9,8%. O governador Daniel Vilela é o menos rejeitado, com 6,2%.
O instituto Diagnóstico entrevistou 1.100 eleitores entre os dias 15 e 18 de junho. A margem de erro é de 4,84 pontos percentuais para mais ou para menos e a confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o protocolo BR-07435/2026.






