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Fluminense: Voltou a vencer, suado! Por Raimundo Ribeiro

Raimundo Ribeiro
Raimundo Ribeiro

Em busca da classificação pela copa do Brasil, o Fluminense recebeu o Operário, bicampeão paranaense.

Começou sufocando o adversário com marcação alta, e aos 7 minutos foi recompensado.

A defesa adversária errou na troca de passe dentro de sua área (?), Acosta tomou a bola e sofreu pênalti, convertido por Savarino.

A pressão continuava e até os 20 minutos o Operário não atravessava a linha do meio campo, mas a partir daí o Fluminense afrouxou a marcação alta e o adversário teve uma boa oportunidade.

Com o susto o Fluminense tentava retomar o controle da partida, e aos 36 minutos Nonato acertou um passe milimétrico prá Acosta que fez 2×0.

Foi um primeiro tempo que o Fluminense atuou como a torcida gosta, marcando o adversário na saída de jogo, encurralando-o no seu campo defensivo em 2/3 do tempo.

A marcação forte, principalmente do Fluminense resultou em muitas faltas, mas sem violência.

A vitória parcial não pode esconder as falhas apresentadas, principalmente no setor defensivo nas poucas vezes que foi atacado.

Voltamos para o segundo tempo e com 1 minuto, outro pênalti a favor do Fluminense numa jogada de JK que ele mesmo cobrou e perdeu, chutando no travessão.

O Fluminense continua pressionando o adversário, como fez no início do primeiro tempo, e vale destacar o apoio constante dos laterais Guga e Arana, o que explica em parte o nosso volume ofensivo.

A partir dos 13 minutos alguns jogadores já mostram cansaço, e com isso o Operário avança um pouquinho suas linhas, mas sem criar oportunidades.

A complicar um jogo fácil, aos 15 minutos o árbitro expulsa Acosta que fez uma falta que merecia cartão amarelo, não vermelho.

O VAR corrige a besteira e o árbitro troca o vermelho por amarelo.

Aos 24 minutos entram Bernal, Ganso e Castillo para saída de Nonato, Acosta e JK.

As alterações diminuíram o ritmo intenso que o Fluminense imprimia à partida, e Hércules cansado e Jemes muito mal, permanecem em campo.

O castigo chega aos 37 minutos com Jemes falhando feio e o Operário diminui.

Aos 41 entre Serna, saindo Canóbio.

No minuto seguinte, 1 jogador adversário leva o 2o. amarelo e é expulso.

Aos 43 minutos Jemes acerta uma boa cabeçada que o goleiro salva.

Aos 45 minutos Savarino chuta de fora da área e quase amplia.

Mas a postura do Fluminense, apesar de 1 jogador a mais, é insegura, parecendo desesperado para que a partida acabe.

Aos 49 minutos Serna perde grande oportunidade.

A perda do pênalti de JK, a mudança de postura do time ao longo da partida, e a não substituição de Jemes e Hércules contribuíram para este clima de insegurança e angústia no final da partida.

Era uma partida tranquila, mas JK não fez o que devia, que era converter o pênalti e liquidar o jogo.

Atuação ruim de Jemes, razoável de Freytes, boa de Guga, Arana, Nonato, Savarino e JK, e excelente de Canóbio (taticamente), e Acosta (tecnicamente).

Valeu pela classificação, mas precisa entender que a partida só termina com o apito final, NUNCA podendo sentar na vantagem no placar.

Melhor em campo: Acosta.

No próximo sábado às 19 horas receberemos o São Paulo pelo brasileirão, e Hulk será apresentado à torcida, mas no momento que a partida começar é partir prá cima do adversário em busca de mais uma vitória.

Bora Fluzão 

Por Raimundo RibeiroApaixonado por futebol e, naturalmente Tricolor

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