Senador participou do lançamento da pré-campanha de André do Prado
Neste sábado (22), durante o lançamento da pré-candidatura do deputado estadual André do Prado (PL) ao Senado, em Guarulhos (SP), o senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) elevou o tom do discurso ao defender medidas mais duras na segurança pública e ações voltadas ao combate à fome e à ampliação de vagas em creches.
Ao falar para apoiadores, Flávio afirmou que pretende adotar uma postura firme em diferentes áreas caso chegue ao Palácio do Planalto. O senador destacou a necessidade de enfrentar a criminalidade, melhorar a educação e ampliar a assistência às famílias com crianças pequenas.
– Vou ser radical na Segurança Pública sim. Vou ser radical para garantir ensino de qualidade pras nossas crianças. Vou ser radical para cumprir uma promessa que o Lula faz há mais de 20 anos e não cumpre: o pacto contra a fome. É fácil. Basta ter vontade. Porque hoje, uma criança de dois, três anos de idade, não tem o que comer às vezes. Como essa criança vai se desenvolver? É nossa obrigação dar ajuda a essas crianças desde a creche. E a gente vai zerar essa fila de creche. Vamos ajudar os estados e municípios, para as mulheres terem com quem deixar seus filhos.
Durante o evento, Flávio também afirmou que aceitou disputar a Presidência por entender que recebeu uma missão política de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo ele, a decisão foi tomada após refletir sobre o cenário do país e as circunstâncias do momento.
Ao agradecer o apoio do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), o senador lembrou a trajetória do aliado e destacou sua disposição para assumir a candidatura.
– Meu amigo Tarcísio sabe o que estou passando nesse momento. O Tarcísio nunca imaginou que seria governador aqui de São Paulo. Mas quando o presidente Bolsonaro aponta, o Tarcísio prontamente – carioca e flamenguista – veio ser governador de São Paulo.
E continuou:
– O Tarcísio vai estar com a gente aqui em SP. Pra mim é uma grande honra. Eu também não queria lá atrás [ser candidato a presidente], mas as circunstâncias e a missão que me foi dada, que eu acredito que é projeto de Deus. Eu vou dar o meu melhor e tenho certeza que a esperança vai vencer o medo este ano.
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