Governadora do DF, Celina Leão entrou pessoalmente na linha de frente das negociações
O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), homologou, nesta quinta-feira (28/5), acordo fechado entre GDF e União para salvar o Banco de Brasília – BRB
Além da venda de ativos do Banco de Brasília – BRB, ligados a operações com o Banco Master, que busca cobrir um rombo em operação de R$ 15 bilhões viabilizando a recuperação de liquidez e o fortalecimento da estrutura de capital.
O Governo do Distrito Federal está autorizado a pegar um empréstimo de R$ 6,6 bilhões junto ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC).
O acordo possibilita e aumentar a capacidade do GDF de pegar empréstimos ocorreu após duas reuniões no gabinete do magistrado, em Brasília.
No caso do escândalo do banco Master / BRB, o acordo prevê que dinheiro de atos ilícitos devolvido pagará empréstimo.
A segunda audiência realizada com o ministro Luiz Fux foi com objetivo de firmar acordo entre as partes para viabilizar o empréstimo de até R$ 6,5 bilhões, com fiança de sindicato de bancos.
O acordo entre GDF e União foi oficializado nesta quinta-feira (28/5) durante audiência mediada pelo STF.
Celina Leão entrou pessoalmente na linha de frente das negociações com esforços políticos, técnicos e institucionais para transformar o entendimento firmado com União, Banco Central, Fundo Garantidor de Créditos e sistema financeiro em uma operação efetivamente para salvar o BRB.
“Em menos de 50 dias que eu assumi o GDF, nós fizemos várias gestões, desde a troca de equipe; compliance dentro do BRB; troca de diretorias. Assumimos isso com muita responsabilidade, sem nunca negarmos essa crise. É uma instituição que tem todos os programas sociais da nossa cidade vinculados à ela e com quase 10 milhões de correntistas”, disse Celina.
O acordo costurado no STF prevê que a devolução de valores oriundos dos atos ilícitos envolvendo o Master serão prioritariamente direcionados ao pagamento do empréstimo, que será feito junto ao FGC.
O Advogado-Geral da União substituto, Flávio José Roman, disse que não há recursos da União sendo transferidos, nem garantia ou aval da União em favor do DF.
O acordo possibilita que o GDF possa pegar com o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) cerca de R$ 6,5 bilhões, que deverão ser pagos ao longo de 15 anos.
Firmou-se o acordo em encontro ocorrido no STF, no gabinete do ministro Luiz Fux, relator da ação, movida pelo governo do DF.
A governadora do Distrito Federal avalia que o acordo representa a solução definitiva para a situação do Banco de Brasília – BRB.






