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Política: Rede de Marina deverá seguir com Rollemberg

Partido de Marina deverá subir no palanque de Rollemberg

POLÍTICA & PODER  ADMINISTRADOR JBR 

Francisco Dutra
francisco.dutra@grupojbr.com

Crescem as chances de a Rede retornar para o lado do governador Rodrigo Rollemberg (PSB).

Em função da proximidade política da presidenciável ambientalista Marina Silva (Rede) com o atual titular do Palácio do Buriti e da indefinição regional do PDT, a agremiação tende a coligar com os socialistas nas eleições de outubro. Neste horizonte, Rollemberg seria o cabeça de chapa e o deputado distrital Chico Leite (Rede) seria pré-candidato ao Senado Federal.

A Rede deixou o governo Rollemberg em novembro de 2017. O partido discordou de uma série de decisões políticas e técnicas do governador, como a aproximação com o PSDB e a criação de uma secretaria extraordinária para acomodar tucanos. Mesmo assim manteve as pontes com o Buriti. Ainda que de forma discreta Marina continuou a cultivar a amizade com Rodrigo.

Nestas eleições, a princípio, o partido planejava marchar com o presidente da Câmara Legislativa, Joe Valle (PDT), como candidato do GDF. Contudo Joe desistiu desta rota e agora trabalha pela candidatura ao Senado. Para a Rede, a viabilidade de aliança com o PDT depende de Joe retomar o projeto inicial. Ou seja, para uma composição não basta que a legenda trabalhista lance outro nome para o Buriti.

Com a pré-candidatura de Marina Silva pontuando bem nas pesquisas, a Rede trabalha por eventuais palanques no DF, seja para o primeiro, seja para o segundo turno. O partido analisa cada unidade da Federação. No Distrito Federal, o PSB é o único partido a operar no mesmo espectro político da Rede.

Na semana passada, representantes nacionais e regionais da Rede e do PSB discutiram o tabuleiro pré-eleitoral. Segundo o presidente regional do PSB e presidente da Fundação de Apoio a Pesquisa do DF, Tiago Coelho, a conversa ainda não foi conclusiva, mas se mostrou positiva. “Pessoalmente, de zero a dez, eu diria que a chance de coligarmos é 9. Mas em uma perspectiva realista, hoje a probabilidade é 7,5”, classifica Coelho.

Para o Planalto, o PSB ainda não fechou com que chapa irá se coligar. “Existem diretórios que pensam em Marina. Mas sendo franco, digo que a maioria tende a apoiar o pré-candidato Ciro Gomes (PDT)”, comenta. Outras pré-chapas costuram palanques múltiplos para acomodar diferentes presidenciáveis. Para este tipo de manobra, os pré-candidatos precisam ser de campos próximos.

 

Fonte: informações do Jornal de Brasilia

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