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“É homem para bater em mulher mas é frouxo para ser ouvido na Delegacia”

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“O ex-presidente do PROS, Euripedes Júnior (foto) não comparece para ser ouvido na Delegacia”. Ele é acusado pela própria filha de agressões e desvios de recursos do Fundo Partidário

O ex-presidente do Partido Republicano da Ordem Social – PROS, Eurípedes Júnior, optou  por não comparecer em depoimento no inquérito polícial 1/2020, que corre na DEAM – Delegacia Especializada ao Atendimento da Mulher.

Veja abaixo documento apresentado pelo Advogado de defesa de Eurípedes Júnior:

Através do seu advogado,  Eurípedes Júnior informou que fará uso de seu direito ao silêncio!

Os internautas que acompanham o desfecho de mais um capítulo da história do “ex-dono” do PROS, não perdoam.

No Facebook um internauta escreveu o seguinte comentário:

“O ex-presidente do PROS, Euripedes Júnior, é homem para bater em mulher mas é frouxo para ser ouvido na Delegacia”.

Veja também:

Exclusivo: Eurípedes Júnior é destituído da Presidência do PROS!

A confusão entre Eurípedes e a filha ocorreu em 8 de janeiro e teria sido motivada por uma discussão envolvendo um veículo. A jovem disse, em depoimento, ter uma relação “conturbada com o pai” e que a convivência piorou desde que ele se separou da mãe dela. Conforme o relato da filha, Eurípedes “parou de pagar sua faculdade e a demitiu do serviço.

Em decorrência do episódio, os dois não se falaram por um ano, mas voltaram a ter contato em 2018. Na última quarta-feira, o presidente do Pros teria procurado a jovem pedindo que ela fosse à sede do partido, pois “precisava do carro dela e iria lhe pagar R$ 15 mil pelo veículo”.

A vítima narra que não aceitou a proposta do pai e, “para não brigar, se levantou e saiu”. Eurípedes, então, conforme consta no depoimento, teria tomado a chave da mão da filha e “passou a lhe dar tapas e pontapés”.

As agressões não teriam cessado nem quando ela conseguiu entrar no carro. Nesse momento, Eurípedes a teria puxado do veículo e a jogado no chão.

A violência foi atestada em relatório médico solicitado pela Polícia Civil goiana. No documento, o médico legista afirma que a vítima apresentava “marcas de dente [duas] e edema em quadril direito”.

Em nota, a defesa de Eurípedes Júnior creditou a denúncia a adversários políticos. Os advogados classificaram o episódio como “um lamentável incidente familiar”. Informações do metrópoles.

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Da Redação Informa Tudo DF

 

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