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Governo Rollemberg economiza R$ 1,8 milhão com bens públicos redistribuídos e recuperados

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Fotos produzidas pelo Senado

A ideia é simples: o que não serve para um órgão é transferido a outro que precisa. São objetos como cadeiras, mesas e armários, mas também há equipamentos mais complexos, a exemplo de geradores de energia e aparelho de raios-X

DA AGÊNCIA BRASÍLIA, COM INFORMAÇÕES DA SECRETARIA DE PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO (SEPLAG)

A redistribuição de bens ociosos e a recuperação de mobiliário e equipamentos que, antes, eram considerados inservíveis, levaram a uma economia de R$ 1.859.230,08 para os cofres públicos do Distrito Federal, entre o início de 2016 e agosto deste ano.

Uma medida simples da Diretoria de Patrimônio, da Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão, permitiu a criação de um canal que interliga todas as diretorias patrimoniais dos órgãos.

Entre fevereiro de 2016 e agosto de 2017, cerca de 70 mil bens foram recolhidos aos depósitos do governo. Desses, quase 3 mil puderam ser reaproveitados, e a média de economia mensal é de cerca de R$ 100 mil.

O órgão que mais recebeu produtos redistribuídos foi a Secretaria de Saúde, seguida da Secretaria de Educação. Juntas, elas obtiveram mais de mil objetos. A maioria é composta por mobiliário, como cadeiras, mesas e armários.

Mesmo equipamentos mais sofisticados, como geradores de energia e um aparelho de raios-X, encontraram uma utilidade na administração e um destino melhor do que a venda em leilões.

A máquina que faz exames de imagens, por exemplo, que havia sido substituída por uma versão mais moderna e estava sem uso nos depósitos da Secretaria de Saúde, foi doada ao Departamento de Veterinária da Polícia Militar para os cuidados da saúde dos animais que auxiliam no trabalho da corporação.

Leilão de bens inservíveis é uma alternativa para aumentar a receita

Nos casos em que o bem não pode ser aproveitado, ainda assim, é possível obter receita e aumentar a arrecadação do DF.

O leilão de bens inservíveis do governo de Brasília resultou em uma receita extra de R$ 315 mil, o que significa R$ 265 mil a mais do que a soma dos lances iniciais para os lotes.

Entre os objetos colocados à venda estavam móveis, eletrodomésticos, ferramentas, equipamentos de informática, instrumentos musicais e veículos – entre motos, carros, reboques e máquinas pesadas.

Da Agencia Brasília

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