Na investigação CPMI identificou menções a Lulinha que o apontam como um possível “sócio oculto” do “careca do INSS”
A CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) aprovou nesta quinta-feira (26) as quebras de sigilo bancário e fiscal do filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o Lulinha.
O requerimento para quebrar os sigilos bancário e fiscal de Lulinha foi apresentado pelo relator da CPI, deputado Alfredo Gaspar (União-AP).

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Com as quebras, a comissão poderá ter acesso a extratos, movimentações financeiras, declarações de Imposto de Renda e contratos de Lulinha, o que dará a chance aos congressistas de verificarem entradas recorrentes compatíveis com a suposta “mesada” de R$ 300 mil.

A sessão foi suspensa após confusão entre os integrantes da CMPI. Até então, como a base aliada do governo tem maioria, governistas vinham conseguindo barrar pedidos da Oposição. Dessa vez, no entanto, a Oposição conseguiu aprovar os requerimentos de seu interesse.
O pau quebrou após a CPMI do INSS aprovar a quebra de sigilo bancário e fiscal de Lulinha, filho do presidente Lula.
A comissão investiga fraudes e descontos irregulares no Instituto Nacional do Seguro Social.
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