O presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Ricardo Cappelli, pré-candidato ao Governo do Distrito Federal (PSB), vem sendo alvo de acusações de uso indevido da máquina pública para fins eleitorais.
Segundo reportagens, ex-integrantes da equipe da ABDI afirmam que existe uma estrutura paralela de comunicação, apelidada de “gabinete” ou “bunker político”, em Brasília, usada para produção e disparo de conteúdo político favorável a Cappelli, com rotinas coordenadas, metas de produção e mensagens em massa distribuídas nas redes sociais.
A denúncia aponta que essa estrutura funcionaria de forma separada da comunicação institucional regular da agência.
Além disso, outra investigação jornalística aponta que, sob a gestão de Cappelli, a ABDI teria aumentado substancialmente gastos com comunicação institucional, incluindo impulsionamento de postagens nas redes sociais, num período em que o dirigente intensificou sua presença política na corrida eleitoral no Distrito Federal.
Esses gastos cresceriam em valores e volume de conteúdo, levando a suspeitas de promoção pessoal e uso político de recursos públicos.
Críticos e alguns parlamentares já pediram esclarecimentos às autoridades competentes sobre a legalidade dessas ações, citando que o uso de órgãos e recursos públicos para fins de campanha eleitoral é proibido pela legislação brasileira.
Até o momento, não há comprovação judicial de irregularidade — apenas pedidos de apuração e repercussão na mídia.
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