Justiça suspendeu todas as medidas que tinham sido impostas a Sidney Oliveira
Um dos envolvidos, Mário Otávio Gomes, diretor da Fast Shop, não responderá a processo porque firmou acordo de não persecução penal. Ou seja, ele confessou a participação no esquema, aceitou pagar multa e, dessa maneira, ficará livre de ação penal.
O Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu, nesta sexta-feira (29), retirar todas as medidas cautelares impostas a Sidney Oliveira, fundador da Ultrafarma, que foi alvo da Operação Ícaro. Com isso, ficam suspensas medidas como o uso de tornozeleira eletrônica, a entrega de passaporte e a proibição de deixar a capital paulista. O empresário continuará investigado, mas não foi denunciado pelo Ministério Público até o momento.
Sidney Oliveira havia sido preso temporariamente em 12 de agosto e solto três dias depois, quando as cautelares foram impostas. Agora, com a revogação, passa a responder às investigações em liberdade plena.
Também nesta sexta, a Justiça recebeu denúncia apresentada pelo Ministério Público e transformou em réus sete outros investigados por participação no esquema de corrupção e fraudes fiscais. Quatro deles permanecerão presos por ordem judicial.
Os alvos da ação são investigados pelo Grupo Especial de Repressão a Delitos Econômicos (Gedec), que aponta que empresários e auditores fiscais faziam parte de uma rede responsável pelo pagamento de propinas e pela liberação irregular de créditos de ICMS junto à Secretaria da Fazenda.
Um dos envolvidos, Mário Otávio Gomes, diretor da Fast Shop, não responderá a processo porque firmou acordo de não persecução penal. Ou seja, ele confessou a participação no esquema, aceitou pagar multa e, dessa maneira, ficará livre de ação penal.
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