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Malafaia apresenta provas de que não houve tentativa de golpe

Silas Malafaia
Silas Malafaia

Pastor citou diversas evidências que conflitam com a denúncia apresentada pela PGR

O pastor Silas Malafaia usou suas redes sociais nesta terça-feira (25) para criticar a denúncia oferecida pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o envolvendo em uma suposta trama de golpe de Estado.

Na gravação, o líder religioso expõe o que seriam as provas “de que essa denúncia, como todo o inquérito de pseudogolpe, não passa de uma farsa, de pura perseguição política a [Jair] Bolsonaro”.

A primeira prova apresentada por Malafaia é a evidente fragilidade acusatória, onde se faz questão de manter o caso na Primeira Turma, longe do plenário, submetendo o caso à análise de todos os 11 ministros.

– Se, de fato, tivesse tido uma tentativa de golpe, quem ia decidir em receber a denúncia ou não é o plenário do STF, dada a grandeza da gravidade da questão. Mas não, Primeira Turma, carta marcada – advertiu o pastor considerando as já conhecidas posições dos nomes que integram o colegiado.

A segunda prova apresentada por Malafaia diz respeito ao comportamento do então presidente em relação à equipe de transição.

– Depois que Bolsonaro perdeu a eleição em 2022, em novembro, ele abriu as portas do Palácio [do Planalto] para a equipe de transição de Lula, chefiada por [Geraldo] Alckmin. Alguém vai abrir porta para outro, já que ele quer dar golpe? – observou.

Em seguida, o presidente da Assembleia de Deus Vitória em Cristo relembra que Jair Bolsonaro nomeou o general Júlio Cesar de Arruda, indicado por Lula para comandar o Exército.

– Como é que alguém vai dar golpe, quando o comandante do Exército é o escolhido por Lula? Gente, isso é uma piada.

A quarta prova citada por Malafaia é sobre a delação do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, sendo esta a única delação no processo.

– Uma delação que foi mudada mais de dez vezes, por pura ameaça de Alexandre de Moraes, que todo mundo viu, ameaça a coronel Cid e sua família. Cheia de narrativas, sem prova nenhuma.

Outro elemento utilizado pelo líder religioso na defesa do ex-presidente é que o então chefe do Executivo deixou o Brasil e foi para os Estados Unidos.

– Como é que um cara de lá comanda o quê? Senhoras idosas, avós, de 73, 71, 67, 64 anos, que nem pedra na mão estavam?

A sexta prova se refere à celeridade da tramitação da denúncia oferecida pela PGR ao STF, em tempo incapaz para a apreciação responsável da documentação.

Assista: