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Bolsonaro fala do avanço de pesquisas com hidroxicloroquina

No G20, Bolsonaro fala do avanço de pesquisas com hidroxicloroquina

O presidente brasileiro também falou que saúde e emprego são igualmente importantes no combate à pandemia da covid-19

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) discursou durante reunião do G20 realizada nesta quinta-feira (26) sobre a necessidade de proteger a saúde das pessoas e, ao mesmo tempo, de proteger os empregos. Mais cedo, o grupo anunciou a injeção de R$ 25 trilhões na economia mundial como forma de combater o impacto da pandemia do novo coronavírus.

Na reunião, o presidente brasileiros disse que é preciso pensar nas pessoas mais vulneráveis: aquelas mais vulneráveis ao vírus serão também as mais vulneráveis se houver um colapso econômico.

Durante o encontro dos líderes das 20 maiores potências do mundo, Bolsonaro também ressaltou o avanço das pesquisas feitas no Brasil e em outros países sobre o tratamento com hidroxicloroquina contra o Covid-19 – o primeiro estudo clínico do país a testar o uso do remédio contra o coronavírus, no entanto, terá seus resultados divulgados em dois ou três meses e envolverá 1,3mil pacientes e 70 hospitais. O mandatário estava com uma caixa  do medicamento ao longo da reunião.

Jair Bolsonaro durante reunião do encontro de líderes do G20

A mensagem foi basicamente de que é preciso combater o vírus no aspecto da saúde mas ao mesmo tempo preservar os empregos. O PR disse que é preciso pensar nas pessoas mais vulneráveis: aquelas mais vulneráveis ao vírus serão também as mais vulneráveis se houver um colapso econômico.

Segundo fontes informaram ao R7 Planalto, o presidente quis mostrar, com a caixa de remédio, que existe concretamente a perspectiva de tratamento, com esse remédio que está sendo testado no Brasil, nos EUA e em outros países.

A avaliação de presentes na reunião é que o G20 dispõe da ajuda de todos os países para enfrentar, juntos, a doença que já matou 16.231 pessoas em todo o mundo, de acordo com balanço divulgado na terça-feira (24) pela OMS (Organização Mundial da Saúde). A expectativa é de que a atuação do grupo seja similar à ação feita na crise de 2008.