Pontes para o Mundo amplia vagas e inclui novos países em 2026
A Secretaria de Educação do Distrito Federal lançou, nesta segunda-feira (23), a segunda edição do programa Pontes para o Mundo, que oferece intercâmbio internacional a estudantes da rede pública. O anúncio foi feito durante cerimônia no Cine Brasília, com a presença do governador Ibaneis Rocha.
Criado em 2025, o programa já beneficiou 102 alunos com intercâmbio de até três meses no Reino Unido. Para 2026, a iniciativa será ampliada e passará a contemplar 400 estudantes, além de incluir novas opções de destino, como Canadá, França e Espanha.
Durante o lançamento, o governador destacou o impacto da iniciativa na formação dos jovens, ressaltando que o programa oferece oportunidades raras no país e contribui para o crescimento pessoal e acadêmico dos participantes. A primeira-dama Mayara Noronha Rocha também enfatizou que os estudantes selecionados se tornam referência dentro de suas comunidades.
A secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, reforçou o convite para que os alunos acompanhem o edital e aproveitem a oportunidade. Segundo ela, o programa representa uma porta de acesso a novas experiências culturais e educacionais.
Entre os participantes da primeira edição está a estudante Giovanna Borba, do Centro Educacional do Lago, que destacou a experiência como transformadora. Ela teve a oportunidade de estudar no País de Gales, vivenciando uma nova cultura e ampliando seus conhecimentos acadêmicos. Relatos semelhantes foram compartilhados por outros alunos, que ressaltaram o impacto do intercâmbio em suas trajetórias.
Para os interessados na edição deste ano, o processo seletivo promete ser concorrido, mas representa uma chance única de vivenciar experiências internacionais, especialmente para estudantes da rede pública.
Além do intercâmbio, os participantes deverão registrar suas vivências em artigos que serão publicados na revista Com Censo Jovem, iniciativa de incentivo à produção científica entre estudantes. A proposta é garantir que o aprendizado adquirido no exterior também contribua para o desenvolvimento acadêmico no retorno ao Brasil.






