O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), confirmou que deixará o cargo no próximo dia 28 de março para disputar uma vaga no Senado Federal nas eleições deste ano. A decisão marca um novo capítulo em sua trajetória política e o coloca, pela terceira vez, diante do crivo das urnas.
Com alta aprovação, Ibaneis abandona o Buriti para disputar o Senado
A saída do Palácio do Buriti ocorre em um momento considerado estratégico. Pesquisas recentes apontam alta aprovação popular da gestão, fator que, segundo o próprio governador, foi determinante para a decisão de concorrer ao Legislativo federal.
“Não vejo motivo para não colocar o meu nome na disputa eleitoral deste ano. Tenho muito a mostrar do trabalho que fiz ao longo desses oito anos. Vou às ruas todos os dias e a recepção da população é maravilhosa”, afirmou Ibaneis ao comentar sua entrada na corrida eleitoral.
Oito anos de gestão e capital político
À frente do Governo do Distrito Federal por dois mandatos consecutivos, Ibaneis sustenta que encerra seu ciclo no Executivo com entregas consolidadas em áreas estratégicas, como infraestrutura, saúde, mobilidade e desenvolvimento econômico. A avaliação positiva da gestão, somada ao contato direto com a população em agendas públicas, é apontada como base de sustentação para a nova empreitada política.
Ibaneis deixa o governo e mira vaga no Senado com capital político em alta
Aliados avaliam que o governador chega à disputa com capital político robusto, apoiado em obras estruturantes e na ampliação de programas sociais ao longo dos últimos anos.
Nova etapa e articulações políticas
Com a desincompatibilização prevista para o fim de março, Ibaneis deve intensificar as articulações partidárias e a construção de alianças para consolidar sua candidatura ao Senado. A confirmação oficial ocorrerá nas convenções partidárias, conforme o calendário eleitoral.
A decisão do emedebista redesenha o cenário político do Distrito Federal e promete aquecer a disputa por uma das vagas no Senado, ampliando o debate sobre representatividade, continuidade administrativa e o papel do DF no Congresso Nacional.






