DF: Planaltina e Itapoã! Mãe é presa por manter esquema de exploração sexual com a própria filha de 13 anos

O principal autor se aproximava de meninas em situação de extrema vulnerabilidade social, prometia ajuda financeira e oferecia quantias em dinheiro para que elas participassem de encontros e festas realizados em residências localizadas em Planaltina (DF) e no Itapoã (DF), no Distrito Federal, além de custear as bebidas alcoólicas ali presentes.

Mulher foi detida pela Polícia Civil do DF junto com um homem que sustentava o esquema. A mãe da menina de 13 anos recebeu R$ 24 mil

Pagamentos em dinheiro vivo e por transferências via Pix sustentavam um esquema de exploração sexual de crianças e adolescentes no qual um homem e a mãe de uma das vítimas atuavam juntos, desarticulado entre segunda-feira (19/1) e terça-feira (20/1) pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA).

No período, a polícia cumpriu dois mandados de prisão preventiva contra os dois investigados.

esquema sexual 3

Caso convencesse outra menina a participar, a vítima ganhava uma quantia semelhante à paga à nova vítima. 

Com isso, quem aliciava outras garotas passava a receber em dobro: pelo abuso sofrido e pelo abuso praticado contra a criança recrutada.

Após criar dependência financeira, o investigado passou a oferecer valores mais altos, que variavam entre R$ 300 e R$ 500, podendo chegar a R$ 1.000 (se a vítima fosse virgem), para que as garotas praticassem, entre si e com ele, atos libidinosos tais como tomar banho juntas e lhe encaminhar fotografias.

Mãe é presa por manter esquema de exploração sexual com a própria filha - destaque galeria

Ao perceber que as menores ficavam cada vez mais apegadas aos valores recebidos, progredia na prática da conjunção carnal com elas, circunstância que perdurou por anos.

E ao menor sinal de que alguma delas pudesse revelar os abusos por ele praticados, o autor passava a ameaçá-las, inclusive com o uso de arma de fogo.

Já a mulher presa é mãe de uma das vítimas, uma adolescente de 13 anos. Segundo a DPCA, ela teve participação ativa no esquema ao permitir e facilitar os abusos cometidos contra a própria filha em troca de dinheiro.

As investigações apontam que a mulher recebeu cerca de R$ 24 mil do autor ao longo do período apurado.

Fonte: Metrópoles