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Denúncia de agressão ao Coronel Rajão no Quartel da Polícia Militar

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As denúncias foram feitas através do site galo  de briga.

O Coronel José Rajão Filho, de 74 anos, ex-Comandante Geral do CBMDF, ex-Parlamentar, segundo denúncia do site “galo de briga”, foi agredido por Subtenente da Polícia Militar no interior de Batalhão da Polícia Militar.

Relato da agressão: 

No dia 29 de maio a Esposa do Coronel Rajão foi visitá-lo no 19º Batalhão.

A sua esposa, que é deficiente visual, ao final da visita chegou próximo ao Coronel, fez uma oração e ao final, de forma instintiva, abaixou para dar um beijo em sua cabeça, pois o Coronel estava sentado em uma cadeira, pois está semiparalítico.

Logo em seguida, um Subtenente de serviço separou a esposa do Coronel Rajão aos berros e de forma violenta. O Coronel pediu respeito e o Subtenente ficou ainda mais violento. O Coronel Rajão saiu do local pegando a sua cadeira e foi escorraçado para a sala em que está alojado.

O Tenente Rajão estava no corpo da guarda da unidade esperando a entrega de materiais, quando viu aquela cena e se dirigiu ao encontro do Militar. O Subtenente armado veio em direção ao Tenente Rajão.

O Tenente Rajão se identificou como Oficial do Corpo de Bombeiros e o Subtenente disse: ‘soca no teu rabo o seu oficial. O que Você vai fazer com o seu oficial aqui dentro?’ .

O Tenente Rajão disse que iria participá-lo (denunciá-lo). Após a confusão, os Sargentos de serviço retiraram o Subtenente do local do crime.

Comando do 19º Batalhão

Ainda segundo a reportagem, o Comando do 19º Batalhão de Polícia abriu uma sindicância a título de apuração de infração disciplinar de interno.

“É PRECISO MAIS:”

O Corpo Jurídico, porém solicitará ainda mais providências:

1. O imediato afastamento do Subtenente do 19º Batalhão de Polícia Militar.

2. A realização de exame de corpo delito, de exame toxicológico e de uma inspeção de saúde no Coronel Rajão.

3. A prisão domiciliar humanitária para a preservação da integridade física do Coronel.

4. A instauração de uma sindicância e ou inquérito policial militar para a apuração da violência sofrida pelo Coronel.

5. Reiterar pedidos de providências na Vara de Execuções Penais, na Corregedoria do TJDFT, no Tribunal de Justiça, no Ministério da Justiça, na OAB, no Senado Federal e na Câmara dos Deputados, no Governo de Distrito Federal, na Câmara Legislativa do DF, na Secretaria de Segurança Pública, no Comando da PMDF e do CBMDF.

Veja matéria completa:

https://jornalgalodebriga.blogspot.com/2021/06/coronel-rajao-e-agredido-em-quartel-da.html