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DF: Moradora da Ceilândia é a primeira a Morrer por dengue em 2021

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20/03/2015- São Paulo- SP, Brasil- A Secretaria da Saúde do governo do estado de São Paulo informou nesta sexta-feira (20) que um homem de 35 anos, morador de Pedreira, na Zona Sul de São Paulo, morreu por dengue na capital paulista. É a terceira morte pela doença registrada na cidade neste ano de 2015, segundo o governo estadual. A Prefeitura de São Paulo diz que ainda investiga o caso.

Imagem aérea do centro da Ceilândia, no Distrito Federal — Foto: TV Globo/Reprodução

O Distrito Federal registrou a primeira morte por dengue em 2021. A vítima é uma moradora de Ceilândia, na faixa etária de 40 a 50 anos, que não teve a identidade divulgada. O óbito ocorreu em abril e consta no mais recente boletim epidemiológico da Secretaria de Saúde, divulgado na sexta-feira (30).

O levantamento considera dados de 3 de janeiro até 17 de abril. Apesar do registro de óbito, o número de mortes pela doença este ano é menor que no mesmo período de 2020, quando 18 pessoas morreram de dengue.

Os casos da doença causada pelo mosquito Aedes aegypti também estão em queda na capital federal. Nos quatro meses de 2021, as notificações caíram 81,6%, segundo a Secretaria de Saúde. São 4.032 prováveis, contra 21.857 no mesmo período do ano passado.

Do total de notificações, foram contabilizados dois casos considerados graves, ante 35 em 2020. Atualmente, a taxa de incidência de dengue no DF é de 132,09 casos por 100 mil habitantes.

Casos por região

Planaltina é a única região do DF com alta no número de casos (veja tabela abaixo). Segundo o boletim, foram 804 notificações da doença em 2021 contra 785 no ano passado – o que representa um aumento de 2,4%.

Casos de dengue por região, no DF — Foto: SES-DF/Divulgação

Casos de dengue por região, no DF — Foto: SES-DF/Divulgação

Para manter baixos os índices de transmissão e surgimento de novos casos, a Secretaria de Saúde informou que tem intensificado as ações de combate ao mosquito causador da dengue, zika e chikungunya.

Na última sexta-feira (30), agentes de Vigilância Ambiental vistoriaram 1.683 imóveis em Ceilândia e outros 1.409 em Planaltina.

Zika e chikungunya

O informativo da secretaria também mostra os casos de outras doenças causadas pelo Aedes aegypti. De janeiro até 17 de abril, o DF registrou 28 casos prováveis de chikungunya15,2% a menos que em 2020.

Dos casos de zika vírus, o decréscimo foi de 72%, com registro de sete casos este ano, contra 25 no ano passado. Não houve registro de febre amarela no Distrito Federal em 2021.

Fonte: G1