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GDF afasta das ruas PMs que atiraram em ato na Esplanada

Governo do DF afasta das ruas PMs que atiraram em ato na Esplanada

Conduta ainda é investigada; enquanto isso, militares vão atuar no administrativo. No dia seguinte ao ato, corporação afirmou que só adotaria punições ao fim do inquérito; nomes seguem sob sigilo.

Manifestantes protestam contra Temer na Esplanada dos Ministérios, em imagem de maio (Foto: Wilton Junior/Estadão Conteúdo)

Manifestantes protestam contra Temer na Esplanada dos Ministérios, em imagem de maio (Foto: Wilton Junior/Estadão Conteúdo)

A Polícia Militar do Distrito Federal decidiu afastar das ruas, preventivamente, os dois policiais investigados por disparar armas de fogo em um protesto na Esplanada dos Ministérios, no centro de Brasília, no último dia 24. Com a decisão, eles passam a atuar em funções administrativas até a conclusão das apurações.

O inquérito militar foi aberto no mesmo dia dos atos, com prazo inicial de 30 dias. Segundo a Secretaria de Segurança Pública, os PMs citados já passaram por avaliação psicológica, mas o processo ainda está em andamento. O G1 perguntou diversas vezes mas, até esta segunda (12), o nome dos policiais ainda era mantido em sigilo pelo governo.

A secretaria também não soube informar ao G1, na noite desta segunda, a data exata em que os PMs foram afastados do patrulhamento de rua. Em 25 de maio, o Comando-Geral da PM afirmou que manteria os policiais em serviço – sem afastamento preventivo ou troca de função – até a conclusão do inquérito.

‘Não recomendado’ e ‘inadmissível’

A ação dos policiais investigados foi registrada em vídeo pelo jornal O Globo. Nas imagens, dois militares sacam as pistolas e atiram contra manifestantes. O vídeo foi feito nas imediações do Ministério da Agricultura, um dos prédios mais afetados por atos de vandalismo. “Bora recuar, bora recuar”, diz um dos policiais, durante os disparos.

Em coletiva no dia dos protestos, o comandante-geral da PM, coronel Marco Antônio Nunes, classificou a situação como “não recomendada”. “Temos que analisar todas as circunstâncias, como o policial se sentiu [no momento]. Foi uma situação não recomendada, mas já estamos apurando”.

No dia seguinte, o secretário de Segurança Pública, Edval Novaes, foi mais enfático e afirmou ao G1 que a conduta era “inadmissível”. Apesar disso, segundo ele, o afastamento dos PMs não era automático, e dependeria de uma decisão assinada pelo Comando-Geral da corporação. Do G1.

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