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Sou contra! e vou trabalhar para que o Financiamento do Aborto não ser aprovado. Diz Ronaldo Fonseca.

O deputado federal Ronaldo Fonseca defende que se busque alternativa para que o Fundo Nacional de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher seja aprovado, sem que se abra uma porta para que o financiamento do aborto. 

Eu não só voto contra esse projeto da forma como está, como vou trabalhar para ele não ser aprovado. Vamos buscar uma emenda que proteja a criança no ventre da mãe. Concluiu.

ARMADILHA EM PROJETO DE LEI PODE PROMOVER ABORTO

22O deputado Ronaldo Fonseca alertou sobre as armadilhas e se posicionou contrário à aprovação do PL e se mostrou pronto para o debate e aberto ao diálogo.

O deputado federal Ronaldo Fonseca se pronunciou sobre o Projeto de Lei que cria o Fundo Nacional de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher. O PL em questão, vem na mesma linha da lei 12845 de 2013 que obriga o Sistema Único de Saúde – SUS, a prestar todas as informações de como realizar o aborto de forma segura.

A ideia é que os servidores da saúde precisam minorar o risco para a mulher, portanto, devem dar todas as informações necessárias para um aborto seguro. De um lado, o profissional da saúde não tem poder de polícia para combater o crime de aborto, e do outro, a mulher tem o direito à informação, que, por força de lei, não poderá ser negada pelos servidores do SUS. Assim, abortar continua sendo crime, previsto em lei, mas a informação sobre o aborto é um direito da mulher e uma obrigação do servidor da saúde.

A lei brasileira admite o aborto apenas para o caso de risco de morte para a mulher e de gravidez resultante de estupro. A lei 12845 amplia o conceito de violência sexual (estupro) considerando como violência sexual qualquer forma de atividade sexual não consentida. Desse modo, uma mulher casada, por exemplo, pode alegar que a relação sexual que causou a gravidez não foi consentida, mesmo sendo com o marido, e isso lhe abre a oportunidade de receber o amparo legal para o aborto.

Mas os defensores do aborto não têm obtido sucesso no Brasil dada a imensidão do País, a complexidade do SUS e a por falta de recursos. Foi daí que nasceu o PL 7371 em 2014 para criar o Fundo Nacional de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher. De acordo com esse projeto, o fundo poderá receber doações financeiras de instituições internacionais.

Fonseca considera que esse seja um risco a ser observado. Vejam só a malandragem aí. Esse fundo está abrindo a oportunidade para que ONGs internacionais que têm feito grandes investimentos no mundo, financiem o aborto no Brasil. Afirmou.

A entrada de verba internacional que pode financiar o aborto no País, deve usar como respaldo o princípio do direito à informação e o conceito de violência sexual estabelecidos na lei de 2013.

O deputado Ronaldo Fonseca, defensor da vida e da família, se comprometeu a bater de frente com qualquer iniciativa que tenha o objetivo de legalizar o aborto no Brasil.

Eu vou lutar por uma emenda para proteger a criança. Para deixar claro nesse projeto que o Fundo é bem-vindo, (…) agora é obvio que não vamos permitir que esse fundo venha financiar aborto no Brasil. Disse.

Pronto para o debate e aberto ao diálogo, Fonseca defende que se busque alternativa para que o Fundo Nacional de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher seja aprovado, sem que se abra uma porta para que o financiamento do aborto.  Fonte: ronaldofonseca.com.br

Eu não só voto contra esse projeto da forma como está, como vou trabalhar para ele não ser aprovado. Vamos buscar uma emenda que proteja a criança no ventre da mãe. Concluiu.

Informa Tudo DF

 

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