Começam mudanças de gestão na Saúde

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    Secretaria incluiu enfermeiros nas equipes de regulação para tirar sobrecarga de médicos e criou critérios de prioridade para admitir pacientes nas UTIs

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    A Secretaria de Saúde incluiu enfermeiros nas equipes de regulação. Isso significa que o trabalho de atualizar as informações sobre internações, como tempo de permanência e materiais utilizados, e o de monitorar as transferências entre unidades hospitalares serão responsabilidade desses profissionais. Antes, essa função cabia apenas aos médicos reguladores, que têm outras atribuições, como de admitir e dar alta a pacientes.

    “Trata-se de reforço na equipe com o objetivo de dar maior agilidade aos processos da Saúde”, explica o secretário da pasta, Fábio Gondim.

    A decisão foi publicada na sexta-feira (7) no Diário Oficial do Distrito Federal, Portaria nº 199.

    Novas regras estão na Portaria nº 200, também publicada na sexta-feira no Diário Oficial do DF. Gondim, afirma: “Além de dar prioridade aos casos mais urgentes, teremos como comprovar que estamos seguindo um padrão.”

    Segundo seguidores do Blog essas “mudanças” estão longe de ser aquelas que a população deseja. As mudanças que o usuário do sistema de saúde deseja, são:

    Acabar com as longas filas para exames e consultas.

    Acabar com a falta de medicamento nas farmácias.

    Que tenha os reagentes necessários para os profissionais fazerem exames.

    Que tenha médicos para atender a população.

    Que tenha equipamentos funcionando para realização de exames.

    E que haja gestão na saúde, quanto as horas extras de médicos.

    Na comissão geral promovida pela CLDF em (06/08), o controlador-geral do DF, Djacyr Cavalcanti, diz “O valor é creditado inclusive para servidores de licença ou de férias. E o pior são as UPAs que funcionam somente na base de horas extras e quando a população procura atendimento, não encontra médicos”.

    Também na Comissão geral, o secretário de Saúde do DF, Fábio Gondim, afirmou:

    Há pouco disponível para custeio e menos ainda para investimento. Hoje o pagamento de pessoal representa 81% da nossa despesa.

    Com informações da Agência Brasília, e do blog Politica Distrital.

    Informa Tudo DF

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