INDICAÇÕES DO GDF: ASSESSOR ESPECIAL DA ADMINISTRAÇÃO CONDENADO POR IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA.

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    Será que o governador Rollemberg, sabia?

    Assessor da administração da Estrutural, Antonio Duarte Ferro é ex vereador da cidade do Novo Gama -GO, entorno de Brasília. Indicação do PSD de Rogerio Rosso.

    O link abaixo fala do envolvimento de Antonio Duarte, ex vereador, em fraude de licitações entre outras acusações envolvendo o dinheiro público.
    Hoje Antonio Duarte, vive em brasília na Cidade Estrutural, e mora em um dos melhores prédios da cidade aviado em 2,5 milhões de reais.
    Antonio Duarte Ferro, ocupa um cargo de assessor especial do administrador da cidade, a indicação é do PSD, do deputado federal Rogerio Rosso.

    Ex-prefeito de Novo Gama condenado por improbidade

    TJ-GO – O juiz Willian Fabian, do Juizado Especial Cível e Criminal de Novo Gama, condenou o ex-prefeito da cidade, Belmiro Teixeira de Jesus, e Bento da Costa Barbosa, Francisca Gomes de Araújo Deus, João do Patrocínio Barbosa, David Arruda de Jesus e Antônio Duarte Ferro à perda da função pública que porventura estejam exercendo e , ainda, proibiu-os de contratar com o poder público, receber benefícios, incentivos fiscais ou creditícios durante cinco anos. Eles foram acusados pelo Ministério Público (MP) há oito anos por ato de improbidade administrativa em processo licitatório. Apesar do tempo já decorrido desde a proposição da ação, o juiz reconheceu, na sentença, a irregularidade da licitação, anulando todos os seus efeitos.


    Consta da denúncia do MP que em 1997 o então prefeito Belmiro Teixeira recomendou a Bento Barbosa, presidente da comissão permanente de licitação, que iniciasse concorrência para contratação de uma Van para efetuar transporte de alunos deficientes físicos da cidade para o Centro de Ensino Especial, localizado no município do Gama, no Distrito Federal. O processo licitatório foi realizado tendo, à época, como membros da comissão, Francisca Gomes de Araújo Deus, João Barbosa e David Arruda, e sido declarado vencedor o policial militar (PM) Maurino Ferreira Sobrinho. Para o MP, a comissão de licitação incorreu em erro ao permitir que um PM _ que deve dedicação exclusiva à corporação sendo impedido legalmente de exercer outras atividades _ participasse normalmente da concorrência.


    Além disso, a comissão, devidamente apoiada pelo então prefeito, concedeu prazo extra para que Maurino apresentasse documento comprovando ser o proprietário de uma Van que, no entanto, não lhe pertencia na realidade. Segundo a promotoria, o vereador Antônio Duarte Ferro, também buscando apoiar o PM, passou-lhe fraudulentamente uma procuração, transferindo a Van para Maurino, já que era exigida a comprovação de propriedade do veículo para os concorrentes. O problema, contudo, é que o carro ainda estava sob alienação fiduciária, sendo portanto legalmente impossível ao vereador proceder a qualquer transferência.




    Fonte: Paulão da estrutural


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