TJ recebe denúncia que levou o ex-governador Arruda à prisão em 2010

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    O político é acusado de falsidade ideológica e tentativa de comprar testemunha das investigações da Operação Caixa de Pandora    

    A 7ª Vara Criminal de Brasília recebeu a denúncia que levou à prisão do então governador José Roberto Arruda, hoje no PR, em fevereiro de 2010, por falsidade ideológica e tentativa de comprar testemunha das investigações da Operação Caixa de Pandora. Com a decisão do juiz Atala Correia, Arruda e outros cinco denunciados se tornaram réus. Arruda passou dois meses preso na carceragem da Polícia Federal (PF) em Brasília.

    A ação tramitava no Superior Tribunal de Justiça (STJ) porque Arruda tinha foro especial pela condição de chefe do Executivo do DF. No início do ano, no entanto, com o desmembramento da denúncia principal do Mensalão do DEM e remessa dos autos para o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), as acusações contra Arruda passaram a tramitar na 1ª instância.

    Na semana passada, o juiz recebeu também uma das 17 ações penais protocoladas pelos promotores de Justiça do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) — a acusação por formação de quadrilha. Além de Arruda, 18 outros acusados se tornaram réus.

    Defesa
    O advogado de José Roberto Arruda, Edson Smaniotto, questiona a denúncia bem como a atuação dos promotores responsáveis pela acusação. “A denúncia faz parte de uma farsa que será comprovada no processo. Além disso, os promotores que a assinam estão sob suspeita, pois o delator Durval Barbosa disse, em depoimento oficial, ter ouvido que recebiam propina do esquema do lixo. Isso é muito grave”, alegou. O Ministério Público sustenta que essas acusações são uma tentativa de tumultuar o processo.

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